Existe melhor maneira para começar um dia que com fotos de uma deliciosa gaúcha de 25 anos de lingerie? Elisandra Tomacheski é velha conhecida dos leitores do OMEdI mas continua com um corpo sensacional, e eu não tenho motivos para não postar seus novos ensaios.
Este é o ensaio completo para a marca de lingerie Nordstrom com essa loira maravilhosa e você vai novamente ficar babando e de queixo caído. Ela é absurdamente deliciosa, a mulher perfeita, e a quebradinha de cintura para a direita é a marca registrada dela.
Aliás, aposto que você não sabia que ela tem um site oficial.
Confira mais uma galeria de fotos com a deliciosa gaúcha Elisandra Tomacheski:
Eu rio muito dessa mania que alguns clubes tem de colocarem sempre o mesmo treinador. Isso que acontece com o Celso Roth no Rio Grande do Sul é o mesmo que acontece com o Joel Santana no Rio de Janeiro. O estado de São Paulo tinha a mania de ficar fazendo rodízio entre o Luxemburgo e o Leão, mas isso aparentemente acabou. Rodízio agora só com o Muricy.
Já ouvi dizerem que o Rio Grande do Sul é um mundo à parte, dentro do Brasil. Praticamente outro país. Mas acrescento: Caxias do Sul – e a Serra Gaúcha – são um mundo à parte dentro do Rio Grande do Sul. Costumes diferentes, clima diferente, e até uma linguagem, toda nossa.
É um dialeto que aqui a gente chama de “Talian” – uma corruptela da palavra “italiano“, e que define por si só o que ele é. O tal dialeto é uma mistura de diversos dialetos italianos (principalmente o Vêneto) com a língua brasileira.
Por volta da década de 40, em virtude da 2ª Guerra (em que por circunstâncias estúpidas o Brasil entrou na guerra), a Itália foi considerada inimiga e os imigrantes e seus descendentes (maioria absoluta da população local) foram proibidos de expressar-se em ítaliano e seus dialetos. Muitos, por não saberem português, foram presos – conheci uma senhorinha que gabava disto, e até hoje conta rindo a história de como ela e mais duas amigas passaram uma tarde na prisão – ou forçados ao silêncio em público, e temiam expressar-se mesmo dentro de suas casas. Essa lei, à época, quase fez com que o dialeto “talian” fosse extinto; atualmente, são poucos os jovens capazes de expressar-se plenamente nesta língua.
História à parte, maneirismos e expressões italianescas continuam a fazer parte do cotidiano da serra gaúcha, e não é raro ouvir um “Porco Cane!” ou “porca Maddonna!” pelas ruas. As expressões e maneiras de falar dos “gringos“, como são chamados por aqui os descendentes de italianos, são certamente entendidas e perpetuadas por toda a parte, nesta região.
A partir do estereótipo do “gringo” da Serra Gaúcha, o jornlista e cartunista Iotti (nome de gringo!) criou o personagem Radicci, que já há tantos anos faz o humor caxiense ser muito mais identificado com as pessoas daqui. Apesar de passar bem longe de ser um super-herói (ele é gordo, beberrão, festeiro, preguiçoso, guloso e muitos outros atributos que poderiam ser vistos negativamente), ele já é parte da história gaúcha, é um personagem querido na região – e mesmo fora. Trata-se de uma autocrítica fiel aos nossos traços mais marcantes.