O cara ia fazer uma análise do carro i30, da Hyundai, quando eis que surge o Batman!
O Morcegão não ficou tão impressionado assim com o carro, não. Mas eu rachei de rir. A melhor parte é quando ele tenta conversar com o controle de voz do rádio. Putaqueopariu!
Como vocês já devem ter percebido eu adoro falar mal do roteiro da trilogia The Dark Knight. E ai eu fico pensando no roteiro e percebo que ele é repetitivo e pouco criativo.
As bombas do Batman
Em Batman Begins, primeiro filme da trilogia The Dark Knight, o Espantalho coloca um forno de microôndas no sistema de águas de Gotham City, e o Batman precisa chegar lá antes que exploda.
Às vezes me perguntam o motivo para eu ser tão chato com os filmes do Batman.
Lá pelos idos de 2003, quando anunciaram que seria feito um reboot do Batman dirigido por Christopher Nolan, venderam descaradamente a idéia de que essa nova adaptação do personagem representaria o mundo real, ou mais próximo disso que conseguissem. Falharam miseravelmente, Batman Begins não passou nem perto do que eu acredito ser o mundo real (a não ser que ‘mundo real‘ na cabeça deles seja apenas fazer um filme em live action).
Não que eu tivesse acreditado, mas é o que eles me ofereceram, o que seria permitido eu cobrar depois.
Quando eu desço a lenha nos filmes da trilogia The Dark Knight (que tem um título meio fajuto, já que o primeiro filme deveria se chamar The Dark Knight Begins) surgem fanboys defendendo o personagem com unhas e dentes e usando o argumento de que estou assistindo a uma ficção e não a realidade. E eu sempre me lembro que não era bem isso que estavam me vendendo lá no começo.