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Olimpíadas de Londres 2012 | Mr. Bean rouba a festa de abertura

Mr. Bean rouba a cena na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Todo mundo sabe (por mais que tente se enganar dizendo que não) que cerimônias de abertura de Jogos Olímpicos são chatas pracaralho. Um bando de gente fazendo umas coreografias que não significam nada pra gente, um monte de crianças malas cantando umas músicas sem sentido, bandas que você não gosta tocando e milhares de atletas andando pra lá e pra cá e se amontoando num canto enquanto não acontece nada. Se você não for uma velha de 70 anos você não vai achar legal em sã consciência, já que não acontece nada legal nunca.

Nunca?

Mr. Bean rouba a cena na abertura das Olimpíadas de Londres 2012

Dessa vez aconteceu, graças à Rowan Atkinson, o genial Mr. Bean, que roubou a cena de todas as outras celebridades e, sem dizer uma única palavra, fez o mundo inteiro sorrir.

Se você perdeu aproveite e assista. E morra de rir:

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E se O Cavaleiro das Trevas fosse dirigido por Hitchcock?

O que acontece quando se coloca a música de um filme clássico em um filme popular? Confira:

O cara tem que estar muito desocupado para notar que que a música de abertura do filme Vertigo (Um Corpo que Cai) de Alfred Hitchcock se encaixa perfeitamente na cena de abertura do blockbuster The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas), de Christopher Nolan.

A música de Bernard Herrmann se encaixa quase que perfeitamente. Coincidência?

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Tema de Star Wars a capella

A cappella é uma expressão de origem italiana, também utilizada na maioria dos idiomas ocidentais, que designa a música vocal sem acompanhamento instrumental (Wikipedia).

Ai o cantor Nick McKaig, famoso no YouTube por suas versões diferentes de músicas famosas (como a abertura de Os Simpsons) vez uma versão sem instrumentos para o tema de Star Wars. Já tem 200 mil visualizações e contando.

E pra fazer igual?

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Veja o novo logo comemorativo de 100 anos da Universal

Não a Igreja Universal, cabeçudo, a Universal Pictures, distribuidora de filmes. 100 anos.

Ficou foderoso.

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Two and a Half Men sem Charlie Sheen

[wide][/wide]Ontem estreou a nova temporada de Two and a Half Men, agora sem o Charlie Sheen, que chutou o pau da barraca e largou a oitava temporada da série inacabada e foi dominar a mídia com suas frases de efeito. Não que isso tenha sido uma jogada de mestre, a verdade é que depois que a poeira abaixou ele tem aparecido na mídia um tanto quanto bem comportado, tentando explicar que, ahn, as coisas não se seguiram tão bem quanto ele acreditava.

Charlie Harper era um personagem bem construído, à imagem e semelhança do ator que o interpretava: rico, desencanado e que comia todas, sem a menor dor na consciência, tal qual Charlie Sheen na vida real. Um ídolo para a maioria dos homens do planeta Terra.

Houve um consenso geral de que ele tava comportado demais em sua participação no Emmy, neste final de semana, pedindo desculpas e desejando tudo de bom ao pessoal de Two and a Half Men. Acontece que essas pessoas não assistiram a sua entrevista para Jay Leno*, alguns dias antes, onde ele parecia visivelmente arrependido do que fez, até meio envergonhado. Uma pena.
(*o som da entrevista foi modificado para o YouTube não retirar do ar.)

Mas falando sobre o primeiro episódio da nova temporada de Two and a Half Men, agora sem o Charlie, nitidamente o Charlie faz falta. Cinco minutos depois do seriado começar a gente já sentia falta dele. Não que Jon Cryer (Alan Harper) não tivesse capacidade para levar o seriado sozinho, ele teria, mas convidar Ashton Kutcher para participar parecia uma jogada de mestre.

Quando Charlie Sheen surtou ele tomou a internet de assalto, domínio (meio que abandonado) de Ashton Kutcher. Então Ashton surgiu como um nome interessante para ser um dos Two Men do título. Porra louca, relativamente polêmico, queridinho.

O problema é que Charlie era Charlie, cuspido e escarrado, enquanto Walden Schmidt não é Ashton Kutcher. Se o objetivo agora é atingir um público diferente, ok, pois o público de Two and a Half Men era basicamente composto por homens parecidos com Alan Harper que gostariam de ser Charlie Harper e que arrastavam suas namoradas para assistir a série (assim como suas namoradas os arrastavam para assistir Grey’s Anatomy).

Será que esse público vai querer ser Walden Schmidt, o bilionário idiota apaixonado pela ex-mulher que fica andando pelado pela casa? Imaginem agora o que aconteceria se Charlie Harper ganhasse um bilhão de dólares. Entendem o que eu quero dizer?

Acredito que a série terá algum retorno de audiência nessa temporada, há uma novidade, há um novo púbico envolvido, essas coisas. Mas o que será que acontecerá quando o público antigo sentir que não há mais um Charlie e o público novo perceber que a série não é para ele?

Não que o seriado estivesse um primor de idéias, tentavam casar o Charlie há pelo menos três temporadas, ele estava se apaixonando pela Rosie na última, Alan estava conquistando um espaço muito maior e ninguém mais tinha boas idéias para o Jake. Aliás, o nome Two and a Half Men havia deixado de fazer sentido há algum tempo.

A grande verdade é que a série já estava apontando para o final e que teria sido cancelada de vez se os produtores não estivessem decididos a provar para Charlie Sheen não é insubstituível. E, pelo que foi o episódio de ontem, ele é.

Um viva às reprises.

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